111.jpg
2122.jpg
1205905_47454040.jpg
5.jpg
4.jpg
120.jpg
3.jpg
gestao-no-meio-da-lavoura.jpg
2.jpg

Frango Vivo: Minas Gerais registra novo ajuste positivo nesta 4ª feira

Frango Vivo: Minas Gerais registra novo ajuste positivo nesta 4ª feira

 

 

Nesta quarta-feira (03), novas altas foram registradas para o frango vivo. De acordo com a Avimig (Associação dos Avicultores de Minas Gerais), a referência de negócios passa a ser de R$ 3,30/kg. Novamente, o acréscimo foi de R$ 0,05, assim como no último fechamento. No estado de São Paulo, a cotação segue em R$ 2,95/kg.

De acordo com levantamento do Avisite, com o novo ajuste nos preços em Minas Gerais, a praça de comercialização já acumula 10% de alta em um mês. Além disto, os atuais patamares estão 16% mais altos que há um ano.

Segundo informações do analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o mercado pode ter novas altas nas cotações nesta primeira quinzena, além de haver a necessidade de reajustes para cobrir custos de produção.

“Temos dois fatores que podem incrementar os preços do quilo vivo entre R$ 0,05 e R$ 0,10 nas praças na primeira quinzena do próximo mês. O primeiro é o recebimento de salários por grande parte da população. O segundo é a comemoração do Dia dos Pais, que tradicionalmente proporciona uma melhora na demanda”, afirma.

O analista ainda aponta, que além dos altos custos de produção – puxados principalmente pelos aumentos de milho e farelo de soja –, ainda há as dificuldades em regular a produção. Uma das alternativas seria em um ajuste nos alojamentos de pintos de corte. “Um volume ao redor de 500 milhões de cabeças seria o ideal, mas pelo comportamento atual do mercado se percebe que o volume alojado está bem acima disso, talvez oscilando entre 520 e 560 milhões de cabeças”, avalia.

Já em relação aos custos de produção, o Governo brasileiro anunciou na terça-feira (02) que irá liberar aimportação de 1 milhão de toneladas de milho dos Estados Unidos. A medida visa aliviar o período de escassez do cereal, além de reduzir os altos preços. Além disto, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) irá realizar dois leilões de vendas de estoques públicos na próxima semana, totalizando 50 mil toneladas de milho. A oferta será destinada apenas para criadores de aves e suínos. 

 

Por: Sandy Quintans

 

Fonte: Notícias Agrícolas

 

Boi: Menor oferta mantém firme preço da arroba

Boi: Menor oferta mantém firme preço da arroba

 

O ritmo de negociações de boi gordo está bastante lento neste mês. Pesquisadores do Cepea indicam que a oferta de animais pronto para o abate está limitada e a demanda, relativamente enfraquecida. Com isso, as efetivações têm ocorrido basicamente para atender necessidades mais urgentes de comparadores e de vendedores.

Agentes têm se posicionado de forma mais ativa na tentativa de efetuar negócios e, em seguida, recuam, gerando oscilações das médias diárias. Na parcial de junho (até o dia 15), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do boi gordo acumula aumento de 1,15%, passando de R$ 154,73 no dia 31 de maio para R$ 156,51 nessa quarta-feira, 15.

No mercado atacadista de carne com osso da Grande São Paulo, as variações também são positivas, especialmente para os cortes mais baratos, como o dianteiro, que têm sido adquiridos em substituição aos mais caros, como o traseiro. 

Fonte: Cepea

Café: Incertezas com robusta diminuem esperança de recomposição nos estoques do Brasil na safra 2016/17

Café: Incertezas com robusta diminuem esperança de recomposição nos estoques do Brasil na safra 2016/17

 

Os estoques de café do Brasil, que estão a caminho da maior queda em quatro anos, podem não ter recuperação na próxima temporada, disse o Cepea ao levar em conta o mau resultado na colheita de robusta do país.

O volume armazenado de café pelo Brasil, em junho, no fim da safra 2015/16, "será o menor desde a temporada 2011/12", disse o Instituto observando a perspectiva de demanda mais alta que a colheita do ano passado.

O consumo interno do país, estimado pela ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café) em 20,5 milhões de sacas ao ano, além das exportações, que atingiram 30,4 milhões nos primeiros 10 meses da temporada, já ultrapassaram toda a produção do ano passado, indexada pelo USDA (Departamento de Agricultura do Estados Unidos) em 49,4 milhões de sacas.

O ritmo das exportações está apenas 2% mais baixo que o recorde alcançado na última temporada, quando os embarques terminaram em 36,5 milhões de sacas, embora o Cepea reconheça que o aperto entre oferta e demanda possa ter um final brando na safra 2015/16.

"A baixa oferta de café, especialmente de grãos de alta qualidade, pode limitar as exportações no final da temporada", disse o Instituto ligado à USP (Universidade de São Paulo).

Panorama dos estoques

O Cepea levantou dúvidas sobre a recomposição dos estoques brasileiros de café na próxima temporada, apesar de reconhecer que a perspectiva seja favorável para a colheita de arábica neste ano, que muitos especialistas apontam acima de 40 milhões de sacas.

Este número, "no entanto, não aponta para uma recuperação dos estoques", disse o instituto, sinalizando o potencial para uma maior força nas exportações brasileiras.

"Outros importantes países produtores não devem ter grande oferta de grãos para exportação".

O Vietnã, o maior produtor de café robusta, "já indicou que vai ter uma queda na produção de 30% em 2016/17".

Já a Colômbia, terceiro maior produtor de grãos robusta, "ainda sofre com  os efeitos do El Nino", e registrou queda em seus embarques devido ao "alto volume de cafés de baixa qualidade".

"Os embarques de países africanos e Indonésia também podem ser limitados na temporada 2016/17, devido ao aumento da demanda doméstica".

Qualidade preocupa

O Cepea também destacou preocupações em relação a colheita de robusta no Brasil, citando que com a seca nas principais regiões produtoras, os resultados da colheita estão ruins.

A colheita está em 50% no Espírito Santo, onde começou em abril, e 80% concluída em Rondônia.

Em meados de maio, os rendimentos do robusta foram "até 25% menores do que em uma colheita normal", disse o Cepea.

"Além disso, a qualidade também tem incomodado [a indústria]", disse o instituto.

No entanto, os preços do café arábica estão mais altos ultimamente no Brasil, subindo 3,7% no mês passado, para R$ 492,52 a saca, em comparação com o robusta, que registrou R$ 389,21 a saca ontem (15). As variedades registraram em maio a menor diferença desde janeiro de 2014.

O desempenho levou os prêmios do café arábica ante o robusta para acima de R$ 100 a saca pela primeira vez em dois meses.

Tradução: Jhonatas Simião

Fonte: Agrimoney

Boletim do Feijão II: Tendência de alta de preços continua devido a escassez na oferta

Boletim do Feijão II: Tendência de alta de preços continua devido a escassez na oferta

 

Feijão Carioca (*Mercado Firme*)
Feijão Preto (*Mercado Firme*) 
Feijão Caupi (*Mercado Firme*)

*REFERÊNCIA DE PREÇOS*
*Brás - SP (Carioca)*

*10 / 10* R$ 580,00 / R$ 610,00
*9 / 9,5* R$ 560,00 / R$ 570,00
*8 / 8,5* R$ 540,00 / R$ 550,00

*REFERÊNCIA DE PREÇOS* 
*Brás - SP (Preto)*

*Extra*
R$ 270,00 / R$ 290,00 
*Comercial*
R$ 220,00 / R$ 240,00

*MERCADO NA ROÇA (LAVOURA) *

Vamos ver como que se comporta o mercado daqui pro final de semana, já que, ultimamente, sempre próximo ao final de semana, o mercado dá uma esquentada nas lavouras, pois é o momento em que as empresas de praças distante das regiões produtoras vão em busca de mercadoria para se ganhar o final de semana. O fato de ter uma logística mais demorada requer um tempo maior para a realização do transporte.

Fonte: Juliano Seabra

Sub-categorias

  • Artigo

    Customers and suppliers can post their favorite recipes for fruit here.

    A good idea is to promote the use of metadata keywords to make finding other recipes for the same fruit easier.

    To see this in action, create a user assigned to the customer group and a user assigned to the suppliers group. These users will be able to create their own recipe pages and edit those pages. They will not be able to edit other users' pages.