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Soja é commodity agrícola de melhor retorno em Mato Grosso, estima Imea

Soja é commodity agrícola de melhor retorno em Mato Grosso, estima Imea

 

Apesar do atraso nas liberações de recursos a juros controlados e da montanha-russa de incertezas ainda geradas pela situação política e econômica do país, que levaram o dólar a uma valorização acumulada de mais de 42% até ontem, a soja foi novamente a commodity agrícola de melhor retorno em Mato Grosso. De geral, o ano-safra de 2015, marcado pela disparada dos custos de produção, foi melhor em rentabilidade do que 2014. As afirmações fazem parte do ‘Projeto Rentabilidade no Meio Rural’, apresentado ontem pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). 

De acordo com o Diário de Cuiabá, projeto, inédito, nasceu com o objetivo de criar parâmetros de rentabilidade das atividades econômicas rurais e fomentar a introdução de tecnologias e sistemas de produção eficientes em Mato Grosso. o gestor técnico do Imea Angelo Ozelame fez uma retrospectiva do ano de 2015 no mercado agrícola e apontou as perspectivas para 2016. “Para Mato Grosso percebemos preços mais remuneradores em 2015 em comparação a 2014. O produtor está conseguindo vender a preços melhores e isso fez com que ele acelerasse suas vendas. Antes da safra de soja toda semeada, mais de 50% da produção estava comercializada, porém, por outro lado, é possível observar os produtores tendo um custo histórico nesta safra em virtude do dólar que acaba impactando na sua lucratividade”, explicou Ozelame. 

Ainda de acordo com o gestor, a rentabilidade para o produtor vai ser um pouco melhor do que no ano anterior, porém é uma situação delicada porque o preço da soja está baseado muito mais no dólar do que na própria bolsa de Chicago, que nos últimos meses se apresenta instável. “O produtor está conseguindo vender com bons preços, mas ele está baseado no dólar, e se ele cair com certeza vai impactar nos preços, porque os preços internacionais estão extremamente baixos. Isso pode ser visualizado nos outros países que produzem soja em situações mais delicadas com as que estamos vivendo aqui no Brasil em especial em Mato Grosso”, esclareceu. 

O gestor de projetos do Imea Daniel Latorraca demonstrou aos participantes os custos de produção que mais impactaram no mercado, e como foi a rentabilidade das principais culturas do Estado. “Os fatores que mais impactaram foram três. O principal deles foi o dólar que sem dúvida impactou especialmente na soja, algodão e no milho. O segundo foi o preço ou gasto com defensivos agrícolas em reais e o terceiro foi o atraso da liberação do crédito oficial, não havendo o recurso do pré-custeio governamental”, esclareceu Latorraca. 

Segundo Latorraca, neste ano foram feitas a rentabilidade de várias culturas, em especial, soja, milho, algodão, cana-de-açúcar, pecuária de leite e corte, piscicultura e a floresta plantada de teca e de eucalipto. “Dentre elas a do leite em mais um ano teve a rentabilidade negativa, do milho é praticamente instável apesar de os preços terem melhorado em alguns momentos, por outro lado, na pecuária o sistema de cria teve margens melhores esse ano, e a soja com destaque na margem líquida e operacional também”, destacou o gestor de projetos. 

De acordo com o superintendente do Imea Otávio Celidonio, com um mercado competitivo, o profissionalismo da gestão do agronegócio passou a ser fundamental e o Projeto Rentabilidade no Meio Rural aponta dados e aspectos de desenvolvimento rural em todas as culturas e abre caminhos para as tecnologias mais avançadas. “Com tecnologias mais avançadas, as pequenas, médias e grandes propriedades poderão planejar estrategicamente sua produção para gerar lucro e produtos de qualidade”, disse Celidonio. 

Leia a notícia na íntegra no site Só Notícias.

Fonte: Só Notícias

Nova Brasilândia do Oeste inaugura abatedouro de suíno e cooperativa de polpa de frutas

Nova Brasilândia do Oeste inaugura abatedouro de suíno e cooperativa de polpa de frutas

Dois empreendimentos foram inaugurados nessa terça feira (27) em Nova Brasilândia do Oeste: um abatedouro (Frigo Oeste), na RO 010 km 01, para abate de suínos; e uma cooperativa de polpa de frutas, a Coopa Bras, na avenida JK, no centro da cidade, que já conta com 35 cooperados.

Com estas duas novas empresas, o município passa a ter quatro agroindústrias registradas no Serviço de Inspeção Municipal (SIM) e Serviço de Inspeção Federal (SIF), que possibilitam a comercialização dos produtos em todo território nacional.

Na solenidade de inauguração das agroindústrias, o governador Confúcio Moura entregou ao prefeito Gerson Neves o Cartão Mais Calcário, que concede a Nova Brasilândia do Oeste mil toneladas de calcário a custo zero, um insumo de fundamental importância para recuperar as áreas degradadas corrigindo a acidez do solo independente da atividade de cada beneficiado. O governador também anunciou a recuperação do asfalto da cidade numa parceria com a prefeitura.

Gerson Neves fez questão de agradecer o empenho e dedicação do Governo do Estado, que através da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) tem sido de muita importância para a abertura de novas agroindústrias e todas as atividades da agricultura em seu município que vem se destacando na produção de polpa de frutas e laticínios. “Em breve seremos um dos maiores polos de agroindústrias do Estado de Rondônia. A nossa gente tem fé e coloca a mão no arado”, afirmou o prefeito.

O presidente da Emater, Luiz Gomes Furtado, chamou a atenção para um sonho que há cada dia se torna realidade. “Já são mais de 500 agroindústrias em todo o estado e que a responsabilidade técnica é toda da Emater e sempre estamos atentos para assistir a todos os produtores que querem produzir mais e com melhor qualidade”, enfatizou Furtado.

O governador Confúcio Moura destacou a iniciativa do pequeno produtor, que está sempre buscando o governo para melhorar sua produção e gerar emprego para a própria família, destacando que hoje as mais de 500 agroindústrias de Rondônia vendem seus produtos em todo mercado estadual e algumas vendem para fora.

“Isso é motivo de muito orgulho para os rondonienses. O produto industrializado tem consumo certo e não tem crise. O pequeno e médio produtores estão sempre em alerta, e cada vez produzindo mais, enquanto o governo cada vez mais tem procurado fazer sua parte”, observou Confúcio.

Participaram ainda da solenidade, o deputado estadual, Jean Oliveira; o presidente da Agência de Defesa Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron), José Alfredo Volpi; o presidente da Coopebras, Celso Rinaldi; o presidente da Câmara de Vereadores, Menudo Vieira de Andrade; e a gerente da Emater na Zona da Mata, Albertina Moragoni.

 

Fonte
Texto: Aristides Araújo
Secom - Governo de Rondônia

Sedam libera licença ambiental de mil empreendimentos pesqueiros por ano

Sedam libera licença ambiental de mil empreendimentos pesqueiros por ano

 

A Gerência de Pesca e Aquicultura da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) licenciou, nos últimos cinco anos, cerca de 4.000 empreendimentos para produção de peixe em cativeiro em vários municípios de Rondônia.

O trabalho se tornou mais intenso a partir de 2011. Rondônia conta, atualmente, com uma área alagada de 13.307,71 hectares e produção estimada em mais de 80 mil toneladas ano.

A Sedam, segundo a gerente de Pesa, Marli Lustosa Nogueira, procura atender a todos os empreendedores que procuram a Gerência de Pesca e Aquicultura, responsável pelo licenciamento de suas atividades, assim como a emissão de captura de matrizes reprodutoras  para empreendedores com laboratórios devidamente licenciados.

Marli explicou que no tocante à chipagem de matrizes de pirarucu a competência é do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) e o Ministério da Pesca e Aquicultura, de acordo  com o que prevê a instrução normativa conjunta nº 1, de 21 de dezembro de 2011.

 

Fonte
Texto: Abdoral Cardoso
Fotos: Maicon Lemes
Secom - Governo de Rondônia

Governo propõe lei para criação do Plano de Desenvolvimento de Florestas Plantadas em Rondônia

Governo propõe lei para criação do Plano de Desenvolvimento de Florestas Plantadas em Rondônia

 

Com o objetivo de tornar o projeto Florestas Plantadas uma política de  longo prazo, o Governo de Rondônia prevê na proposta de lei encaminhada ao Poder Legislativo a criação do Plano Estadual de Desenvolvimento das Florestas Plantadas, com vigência por tempo indeterminado e com atualização a cada quatro anos.

É o que estabelece o artigo 26 do projeto que será apreciado pelos deputados, e que institui a Política Agrícola para Florestas Plantadas no Estado de Rondônia, transformando em lei o projeto já coordenado no âmbito da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) desde 2011. Para muitos empresários e técnicos do setor florestal o Florestas Plantadas representa um novo ciclo na economia estadual.

“Existem diversas espécies de madeira de interesse comercial, e a teca é uma delas. O plantio mais antigo em Rondônia data de 25 anos. Hoje ela é exportada para a Índia, China e até o Paquistão. Sua produção tem garantido bom retorno aos investidores”, disse o coordenador do Florestas Plantadas, engenheiro florestal Edgard Menezes Cardoso.

Até maio deste ano, foram comercializados U$ 6,280 milhões em teca, segundo Edgard Cardoso. O eucalipto, outra espécie bem comercializada, é utilizada na recuperação de cercas e currais, e duas empresas em Rondônia – de  Vilhena e Jaru – atuam na recuperação e tratamento desse tipo de madeira.

O pinho cuiabano, espécie nativa, produz a melhor lâmina para compensados, pega verniz e pintura com boa qualidade. “Tem giro rápido. São sete anos, do plantio à colheita. É uma importante fonte de agregação de renda ao produtor e fortalece o setor industrial. Hoje temos duas empresas  que exportam compensados para mercados exigentes como o dos Estados Unidos e Alemanha”, afirmou o coordenador do Florestas Plantadas.

Reduzir a pressão sobre a floresta nativa é uma das grandes vantagens da política de se plantar florestas, o que pode ocorrer em áreas com solo degradado, já que as espécies comercializadas crescem bem em terras pobres.

O Plano Estadual de Desenvolvimento das Florestas Plantadas vislumbra conhecer em detalhes a vocação e o que já está sendo produzido em Rondônia mediante a elaboração de um diagnóstico da situação atual do setor de florestas plantadas, incluindo inventário florestal; apresentar a proposição de cenários, incluindo tendências internacionais e macroeconômicas e metas de produção florestal e ações para seu alcance.É o que ocorre em Vilhena, nas áreas de cerrado. “Acabou que o município virou polo, um núcleo de produção florestal que está crescendo. O pinus, por exemplo, não é exigente quanto ao solo.  A produção é boa, e permite a extração da goma resina, produto de commodities, que tem no principal produtor a China. A Indonésia é o segundo e o Brasil é o terceiro produtor. Rondônia tem potencial”, garante Edgard Cardoso, completando que a goma resina resulta na produção de mais de dois mil itens na linha de fármacos, cosméticos e limpeza.

Serão contemplados pelo Plano a gestão territorializada da política de Floresta Plantada, a informação, o estimulo à ciência, tecnologia e inovação; assistência técnica, financiamentos, benefícios tributários e ensino florestal.

Com a lei que está sendo proposta pelo Governo de Rondônia, os  produtores – especialmente os pequenos e médios – terão no fomento florestal um instrumento estratégico que promove sua integração à cadeia produtiva e proporciona vantagens econômicas, sociais e ambientais. Como atividade complementar na propriedade rural, o Floresta Plantada viabiliza o aproveitamento de área degradada ou inadequada a outras atividades.

“Um produtor de leite que tem em sua propriedade uma área inutilizada pode plantar floresta. Ele vai conseguir comercializar a madeira para o próprio laticínio que compra seu leite, por exemplo, para usar como lenha. Com isso, agrega valor e renda à propriedade”, exemplificou Edgard Cardoso.

 

Fonte
Texto: Mara Paraguassu
Secom - Governo de Rondônia

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