111.jpg
2122.jpg
1205905_47454040.jpg
5.jpg
4.jpg
120.jpg
3.jpg
gestao-no-meio-da-lavoura.jpg
2.jpg

Mapa autoriza publicação de acordo com Apex-Brasil para promoção mundial do agronegócio

Mapa autoriza publicação de acordo com Apex-Brasil para promoção mundial do agronegócio

 

O ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) autorizou esta semana a publicação do acordo de cooperação técnica com a Agência de Promoção de Exportações do Brasil (Apex-Brasil) para o desenvolvimento de uma estratégia de ampliação do comércio de alimentos e produtos agropecuários brasileiros no mercado mundial. O acordo prevê três eixos de atuação: eventos de promoção comercial e imagem; atração de investimentos; e inteligência comercial.

Segundo o secretário substituto de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Odilson Luiz Ribeiro e Silva, a duração do acordo é de dois anos e os recursos envolvidos chegam a R$ 12 milhões. Do total, o Ministério da Agricultura contribui com 30% (até R$ 3,6 milhões) e a Apex-Brasil cobre 70% (até R$ 8,4 milhões). A cooperação, assinalou Odilson, se insere na política de promoção comercial internacional do Mapa.

Hoje, o comércio mundial do agronegócio movimenta US$ 1,17 trilhão. Em 2015, a participação do Brasil nesse mercado foi de US$ 82,63 bilhões, o equivalente 7,04%. “Queremos chegar a 10% desse comércio em 2018, o que atualmente representaria US$ 117 bilhões”, ressaltou o secretário. “O acordo com a Apex-Brasil faz parte do esforço do Mapa para aumentar a presença do nosso agronegócio no cenário internacional.”

Entre as ações de promoção comercial e imagem, o acordo prevê missões empresariais, encontros com compradores no Brasil, seminários, elaboração de material promocional do agronegócio e contatos com formadores de opinião.

Para atrair recursos internacionais ao agronegócio brasileiro, serão desenvolvidos bancos de dados de investidores estrangeiros e oportunidades no Brasil, serviço de relacionamento com o investidor e um portfólio de projetos de investimentos no agronegócio brasileiro.

O acordo também contempla a área de inteligência comercial, para a qual prevê a realização de estudos para subsidiar, com informações de mercado, os setores envolvidos nas demais ações do acordo de cooperação técnica.

Os mercados de destino e setores estratégicos para as ações do acordo serão definidos com base nas informações de inteligência comercial e nas prioridades do setor produtivo brasileiro.

Fonte: Mapa

A pedido do Sindicato Rural de LEM, municípios do oeste baiano decretam estado de emergência

A pedido do Sindicato Rural de LEM, municípios do oeste baiano decretam estado de emergência

 

Dos municípios que fazem parte da base territorial do sindicato, Angical, Correntina e Riachão das Neves já decretaram. Jaborandi deve decretar nos próximos dias. Cristópolis assegurou que fará a decretação no mês de agosto. Os produtores aguardam, agora, com grande expectativa, o posicionamento dos municípios de Baianópolis, Luís Eduardo Magalhães e São Desidério

 

A forte estiagem e as altas temperaturas que prejudicaram as lavouras da região, resultando na perda significativa de produtividade das principais culturas agrícolas, mobilizou o Sindicato dos Produtores Rurais de Luís Eduardo Magalhães (SPRLEM), no oeste da Bahia, junto aos municípios de sua base territorial. O objetivo era obter a decretação de estado de emergência e, por meio dessa ferramenta, reforçar os pleitos dos agricultores para a renegociação das dívidas.

Como resultado desta intensa mobilização, Angical, Correntina e Riachão das Neves decidiram atender ao pedido do sindicato e decretaram o estado de emergência. Jaborandi, por sua vez, deve decretar a situação de anormalidade nos próximos dias, segundo assegurou o prefeito municipal, Sr. Assuero Alves de Oliveira. O município de Cristópolis, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que a decretação deve ocorrer somente no mês de agosto. Os produtores ainda aguardam a decretação pelos municípios de Baianópolis, Luís Eduardo Magalhães e São Desidério.

Primeiro a decretar a situação de anormalidade, o prefeito de Riachão das Neves, Hamilton Santana de Lima, justifica que a estiagem e as altas temperaturas afetaram com mais intensidade as áreas de Vale e Cerrado, conforme apontaram os laudos de Avaliação Técnica de Danos fornecidos pela própria Aiba e BAHIATER. “Esse decreto entra em vigor na data de sua publicação e tem validade até que se tenha o retorno da normalidade pluviométrica”, determinou o prefeito por meio do decreto n° 30, de 06 de junho de 2016.

Prejudicado pela estiagem, o município de Correntina foi o segundo a decretar o estado de emergência. Em seu parecer, o prefeito Ezequiel Pereira Barbosa destaca que o longo período de estiagem implicou em perdas na agricultura e na pecuária, agravando ainda mais os problemas sociais e econômicos, gerando ao município e à administração municipal, a necessidade de adotar medidas emergenciais. A situação é ainda mais preocupante em localidades que são regiões áridas e que não possuem poços tubulares para abastecimento de água, até mesmo para as criações. O decreto n° 211, de 07 de junho de 2016, está amparado em provas documentais como Formulário de Informação de Desastre (FIDE) e Declaração Municipal de Atuação Emergencial (DMATE) e tem validade de 90 dias, podendo ser prorrogado pelo prazo máximo de 180 dias.

A situação de Angical, segundo parecer oficial da Prefeitura, é ainda mais preocupante. Conforme decreto n° 318, de 09 de junho de 2016, o município vem sendo castigado por um longo período de estiagem com baixa precipitação pluviométrica, causando grande diminuição na oferta de água para o abastecimento humano e animal, com exaurimento total das águas de poços artesianos, aguadas, barreiros, barragens e nascentes e, ainda, prejuízos consideráveis nas lavouras de subsistência das famílias do campo, principalmente da área de reforma agrária, que sobrevivem dos roçados de milho, feijão, mandioca, sorgo e outros como o capim – base de alimentação animal.

“Em decorrência dos danos causados pela escassez de chuvas, muitas famílias estão em estado de pobreza extrema sem condições de fazer uma única refeição diária, prejudicando de forma alarmante a saúde dessa população. O funcionamento de diversas escolas da zona rural encontra-se prejudicado pela escassez do abastecimento de água. O poder público não dispõe de recursos para recuperar os danos causados pela seca”, explica o prefeito de Angical, Leopoldo de Oliveira Neto. O parecer que fundamentou o decreto considera documentos técnicos de órgãos governamentais e privados e determina situação de emergência pelo prazo de 180 dias. Ainda no uso de suas atribuições, o prefeito autoriza a mobilização de todos os órgãos municipais, a convocação de voluntários e realização de campanhas para arrecadação de recursos.

Ferramenta imprescindível

De acordo com a presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Luís Eduardo Magalhães, Carminha Missio, a decretação é uma ferramenta imprescindível para auxiliar pequenos, médios e grandes produtores que sofreram com a estiagem em suas lavouras, mas sobretudo para assegurar a permanência do produtor no campo. “Tivemos uma irregularidade significativa na quantidade e distribuição das chuvas, provocando uma quebra de produtividade. Tudo isso impacta diretamente aos produtores, que têm na lavoura a sua fonte de renda, mas também ao município, que tem no setor agropecuário, a base de sua economia”, disse.

Esforços em prol da decretação

Com vistas a obter a decretação para os municípios de sua base, o sindicato empreendeu grande esforço. Em abril deste ano, promoveu uma assembleia com os produtores associados que decidiram, com a maioria dos votos, pelo prosseguimento da solicitação da decretação de estado de emergência. Na sequência, representando o sindicato, a presidente Carminha Missio visitou os municípios que compõem a base territorial para solicitar aos prefeitos, o decreto para situação de anormalidade. No mês de abril, as visitas foram realizadas em Luís Eduardo Magalhães (26) e em Riachão das Neves (28). Já no mês de maio, foram visitados os municípios de Jaborandi (13), Correntina (13), São Desidério (17) e Angical (19). Outros municípios que decretaram situação de emergência, mas que não pertencem à base territorial do sindicato, são Ibotirama, Coribe e Bom Jesus da Lapa.

Além desta ação junto aos municípios de sua base territorial, o sindicato orienta para que, independente da decretação ou não, cada produtor procure atuar no sentido de renegociar suas dívidas, apoiando-se no Manual de Crédito Rural. Paralelo a este trabalho, Sistema Sindical CNA/FAEB/SINDICATOS DO OESTE em conjunto com a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Instituto Pensar e demais associações de classe, estão buscando alternativas para resolução e com a celeridade que o endividamento da classe produtora requer, através de medidas que estão em discussão junto ao Banco Central do Brasil. 

 
Fonte: Sind. Rural de LEM

 

PROGRAMA DE FINANCIAMENTO DE MÁQUINAS E IMPLEMENTOS RECEBE REFORÇO DE R$ 300 MILHÕES

PROGRAMA DE FINANCIAMENTO DE MÁQUINAS E IMPLEMENTOS RECEBE REFORÇO DE R$ 300 MILHÕES

Com isso, orçamento do Moderfrota passa para R$ 4,04 bilhões

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ampliou em 300 milhões de reais os recursos de financiamento do Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota). Com isso, o valor total destinado ao programa,  para o Plano Safra 2015/2016, passou para R$ 4,04 bilhões.

Segundo o secretário interino de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcelo Cabral, o incremento segue uma tendência de ampliação no ritmo de aquisição de máquinas e implementos. no país. Este mêsl, por exemplo, é esperada uma grande procura durante a Agrishow – uma das maiores feiras de tecnologia agrícola do mundo. O evento será realizado de 25 a 29 de abril, em Ribeirão Preto (SP). O secretário diz que o Mapa autorizou os R$ 300 milhões foram remanejados de outras de linhas de crédito do Plano Safra.

Do novo orçamento do Moderfrota, R$ 3,4 bilhões são destinados a micro, pequenos e médios produtores rurais, com receita operacional bruta (ROB) de até R$ 90 milhões por ano, com taxa de juros de 7,5% ao ano. Os R$ 640 milhões restantes foram destinados ao Moderfrota, , a produtores rurais ou cooperativas agropecuárias com renda bruta anual acima de R$ 90 milhões. A taxa de juros é de 9% ao ano.

O programa tem por objetivo financiar a aquisição, isolada ou associada a investimento, de tratores, colheitadeiras, plataformas de corte, pulverizadores, plantadeiras, semeadoras e equipamentos para preparo, secagem e beneficiamento de grãos. (com informações do BNDES)

JBS suspende atividades em cinco frigoríficos por 20 dias, em tentativa de ajuste no mercado

JBS suspende atividades em cinco frigoríficos por 20 dias, em tentativa de ajuste no mercado

 

A JBS informou que deu férias coletivas para funcionários de cinco de seus frigoríficos a partir de segunda-feira (7), por 20 dias, para adequar a produção às condições de mercado enquanto o setor ainda enfrenta reduzida oferta de boi pronto para o abate.

Funcionários nas unidades da JBS em Nova Andradina (MS), Alta Floresta (MT), Pedra Preta (MT), Santana do Araguaia (PA) e de um turno de produção de Mozarlândia (GO) entraram em férias coletivas, informou a JBS por meio de nota.

“Os motivos para a concessão destas férias são a baixa disponibilidade de matéria-prima, a dificuldade de acesso às fazendas por conta da temporada de chuvas intensas em algumas regiões e a adequação do nível de estoques às necessidades do mercado”, informou a companhia.

As atividades nessas unidades serão retomadas normalmente após 20 dias, segundo a empresa. Os processadores de carne bovina enfrentam redução na oferta de boi para o abate desde o fim de 2014 e analistas de mercado esperavam que a situação melhorasse a partir de meados de 2016, mas sem forte recuo no preço de gado.

Leia a notícia na íntegra no site CarneTec. 

Fonte: CarneTec