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Balança tem superávit de US$ 522 mi na segunda semana de abril

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 522 milhões, na segunda semana de abril, resultado de exportações de US$ 4,672 bilhões e importações de US$ 4,150 bilhões. No acumulado do mês, o saldo é positivo em apenas US$ 52 milhões. Os dados foram divulgados nesta segunda, dia 14, pelo ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

As vendas externas em abril somam US$ 8,535 bilhões e as importações totalizam US$ 8,483 bilhões. No ano, o déficit acumulado é de US$ 6,020 bilhões, com exportações de US$ 58,123 bilhões e importações de US$ 64,143 bilhões.

Média diária

A média diária das exportações brasileiras em abril, até a segunda semana, é de US$ 948,3 milhões, 1,1% maior que a de abril de 2013 (US$ 937,8 milhões). Segundo o MDIC, as vendas de produtos básicos subiram 7,8%, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, minério de cobre, carne suína, café em grão, soja em grão e milho em grão.

Por outro lado, as exportações de manufaturados caíram 7,7%, puxadas por automóveis de passageiros, veículos de carga, autopeças, laminados planos, aviões, motores para veículos e partes e bombas e compressores.

Os embarques de semimanufaturados tiveram queda de 3,9%, por conta da retração nas vendas de óleo de soja em bruto, semimanufaturados de ferro ou aço, açúcar em bruto e celulose.

Nas importações, a média diária até a segunda semana de abril é de US$ 942,6 milhões, 4,1% abaixo da média de abril de 2013 (US$ 982,7 milhões). O Brasil reduziu as compras no exterior, principalmente de adubos e fertilizantes (-25,1%), veículos automóveis e partes (-11,3%), combustíveis e lubrificantes (-10,3%), farmacêuticos (-10,3%) e equipamentos mecânicos (-8,7%).

Fonte: Estadão Conteúdo

Paraná consegue melhorar índices de produtividade com manejo correto do solo

As lavouras do Paraná estão batendo recordes de produção. Os resultados vêm do trabalho correto de conservação do solo. Agora, a Secretaria de Agricultura está desenvolvendo uma campanha chamada Plante seu Futuro. O objetivo é difundir técnicas e experiências entre produtores.

Um dos produtores que participarão da campanha é Ângelo Celestino, de 78 anos. Há quase uma década o trabalhador rural transformou o tradicional cultivo de soja e milho no noroeste do Paraná. Com a mudança, vieram os resultados. Para a soja, a produtividade chega a ser 33% superior à média do município. Na última safra, Celestino colheu 64 sacas/hectare. Para o milho, ele já produziu 185 sacas/hectare, sendo que média do Brasil são 80 sacas/hectare.

A campanha envolve também empresas privadas, que atuam na assistência e no comércio de produtos agropecuários. A primeira etapa tratou do manejo de pragas e doenças. Em 107 propriedades visitadas houve redução no uso de agroquímicos, de cinco para duas aplicações, em média. No custo, a redução foi de R$ 281 por hectare. A partir de agora, o trabalho vai ser direcionado para a conservação do solo.

Nesta terça, dia 15, Dia Mundial da Conservação de Solos, a campanha Plante seu Futuro vai promover dois seminários regionais para debater questões relacionadas ao manejo integrado de solos e água.

Os eventos serão realizados em Maringá (PR) e Ponta Grossa (PR) e devem ter a participação de profissionais técnicos da iniciativa privadas e do setor público.

 

Fonte: Campo Rural

Você sabe quais leis regulam o trabalho rural?

O trabalhador rural é regulado pela Lei 5.889/1973, alterada pela Lei 11.718/2008, pelo Decreto 73.626/1974 e peloArtigo 7º da Constrituição Federal de 1988.

Empregado rural é qualquer pessoa que trabalha na zona rural?

Não. O empregado rural é toda pessoa física que, em propriedade rural ou prédio rústico, presta serviços de natureza não eventual ao empregador rural, sob a dependência deste e mediante salário. Já quem presta serviços de natureza contínua em chácara ou sítio de lazer ou recreação (propriedade rural sem fins lucrativos) é considerado um empregado doméstico e não rural.

Quais são as obrigações básicas do empregador para com os seus funcionários?

Se o contrato for por tempo indeterminado, o fazendeiro deve pagar férias, abono de férias, FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), 13º salário, salário-família, horas extras e adicional noturno. Se o contrato for temporário, de safrista, o empregado tem direito a férias, 13º salário, descanso semanal remunerado, FGTS, salário-família, horas extras e adicional noturno.

Neste caso, o safrista tem um contrato de prazo determinado, que não pode ser prorrogado. Pode ser celebrado um novo contrato, mas a sucessão só pode acontecer uma única vez, sem intervalo de tempo. A jornada de trabalho é de 44 horas semanais e 220 horas mensais (oito horas diárias).

Na lavoura, trabalho noturno é executado entre 21h e 5h. Na pecuária, o horário é das 20h às 4h. O adicional pago é de 25% sobre a remuneração normal da hora diurna.

 

Conab estima produção de feijão primeira safra 38,6% maior

A produção nacional de feijão da primeira safra está estimada em 1,34 milhão de toneladas em 2013/2014, representando um acréscimo de 38,6% em relação ao período anterior. A área de plantio está projetada em 1,16 milhão de hectares, configurando leve crescimento de 3,1% em relação à safra passada, informa a Companhia Nacional de Abastecimento, em seu quinto levantamento sobre a 2013/2014, divulgado nesta terça-feira (11/2).

Segundo a Conab, este comportamento de tímido crescimento ocorre, principalmente, por causa da "comercialização instável e dos riscos climáticos atrelados à cultura do feijão, das boas perspectivas de outras culturas, como a soja e milho, com maior estabilidade e liquidez".

Para o feijão segunda safra, informa a Conab, o crescimento de áreas no Paraná e do Mato Grosso não foi suficiente para anular as reduções de áreas nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. A estimativa é de uma leve redução no total de área cultivada, calculada em 1,5%. Mesmo assim, a produção é estimada em 1,34 milhão de toneladas ou 21,4% maior que a safra passada. A Conab ressalta que a produção "poderá sofrer ajustes no decorrer do período, uma vez que muitos estados ainda não iniciaram o plantio desta segunda safra".Considerando a safra passada, aproximadamente 48,2% da produção do feijão primeira safra provém da Região Sul, sendo o Paraná o maior produtor. Na Região Sudeste são produzidas 28,3% da oferta deste feijão, destacando-se Minas Gerais e São Paulo. A Região Centro-Oeste produziu 13,6% da oferta, com destaque para Goiás. Os 9,9% restantes foram produzidos na Região Norte/Nordeste, com destaque para a Bahia e o Piauí.

Os principais Estados produtores de feijão segunda safra são Paraná, com 38,61%, Minas Gerais, com 14,65%, Mato Grosso, com 15,37% e Ceará, com 10,31% das estimativas de produção da atual safra.

Para o feijão terceira safra, em virtude do calendário de plantio e da metodologia aplicada nas estimativas, foram repetidas as áreas da safra anterior. Considerando as três safras, estima-se que a área total de feijão poderá alcançar 3,16 milhões de hectares, 1,3% maior que a safra passada. A produção nacional de feijão deve ser de 3,45 milhões de toneladas, 21,7% maior do que no período anterior.

            Arroz

A safra brasileira 2013/2014 de arroz de apresentar crescimento de 5,9% em relação à safra anterior. A produção deve alcançar 12,516 milhões de toneladas ante 11,820 milhões de toneladas. "Esse aumento de produção ocorre principalmente por causa das boas condições de plantio e do elevado nível de preços do produto na Região Sul", informa a Conab.

Com a projeção de manutenção do consumo, de redução da importação e de elevação da exportação, projeta-se um estoque de passagem de 1,688 milhão de t para a safra 2013/2014, estima a Conab.

Fonte: Revista Globo Rural