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Emater e MDA discutem ações para Território do Vale do Guaporé

As propostas já foram discutidas através do Fórum e contou com a participação da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária, Desenvolvimento e Regularização Fundiária (Seagri), Emater e prefeituras que compõem o território do Vale do Guaporé. Faltava definir as ações. Reunidos nesta segunda-feira (10), o presidente da Emater, Luiz Gomes Furtado, e o delegado do MDA em Rondônia, Genair Capelini, trataram das ações a serem geridas através do Programa de Infraestrutura do Ministério do Desenvolvimento Agrário (Proinf 2015/MDA), a fim de atender à demanda da agricultura familiar.
 
Os territórios rurais, parte integrante do Programa de Desenvolvimento Sustentável de Territórios Rurais (Pronat), do MDA foram criados com o objetivo de promover o desenvolvimento econômico e social através de ações voltadas aos agricultores, enquanto que os territórios da cidadania buscam a melhoria das condições de vida, de acesso a bens e serviços públicos e a oportunidades de inclusão social e econômica às populações que vivem no interior do País.
 
Em Rondônia foram estabelecidos sete territórios, sendo três territórios da cidadania (Central, Madeira Mamoré e Vale do Jamari) e quatro territórios rurais (Guaporé, Zona da Mata, Rio Madeira e Cone Sul). O Território do Guaporé é compreendido pelos municípios de Costa Marques, São Francisco do Guaporé, São Miguel do Guaporé e Seringueiras, e é nessa área que girou a discussão entre os representantes da Emater e do MDA.
 
Segundo Genair, do MDA, o Proinf garante anualmente recursos financeiros para apoio e infraestrutura dos territórios. Para o Vale do Guaporé foi destinado, neste ano, o valor de 250 mil reais que serão utilizados para compra de duas caminhonetes e dois veículos. “As caminhonetes darão apoio à agricultura familiar, enquanto os dois veículos deverão atuar com as certificações das agroindústrias, que é uma prioridade do ministério”, explica o delegado. “As ações discutidas darão suporte as ações nos territórios com a finalidade de fortalecê-los”, complemento Luiz Gomes.
 
O Proinf tem como objetivo viabilizar, por meio de recursos não reembolsáveis, a estruturação e a qualificação de processos produtivos e econômicos da agricultura familiar nos Territórios Rurais, fortalecendo e garantindo a melhoria de renda para os agricultores. A ação conta com apoio do governador Confúcio Moura, que tem se mostrado entusiasmado com as ações que beneficiam diretamente o homem do campo e fortalecem a cadeia produtiva.
 
Fonte: EMATER/RO

Oferta limitada de animais para abate faz arroba do boi seguir em alta

Carcaça casada teve preço estável na última semana

O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) divulgou nesta quinta-feira (27/11) que o preço da arroba do boi gordo em São Paulo segue em alta porque a oferta de animais para o abate está limitada.

A dificuldade de compra de lotes maiores e/ou que atendam especificações do mercado, como o europeu, é ainda maior, especialmente no interior paulista. "Entre 19 e 26 de novembro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa acumulou aumento de 1,04%, a R$ 145,26 nesta quarta-feira". Na parcial de novembro, a alta já acumula 3,62%.

No mercado atacadista de carne com osso da Grande São Paulo, a carcaça casada teve preços estáveis na última semana, o que mostra um certo desaquecimento da demanda. Ontem (26/11), o quilo fechou em R$ 8,99. Já carnes concorrentes tiveram baixas mais expressivas no período.

POR REDAÇÃO GLOBO RURAL

Especulação contribui para queda no preço da soja, avalia diretor da Famato

Em queda desde que foi anunciada uma possível supersafra nos Estados Unidos e na América Latina, o preço da soja começa a assustar produtores de Mato Grosso, principal Estado produtor do grão no país e que teme sofrer com prejuízos caso o preço do grão caia abaixo dos R$ 45/saca.

– Os preços hoje apontam algo em torno de 40 reais. Isso é um caos, pois não cobre o custo de produção. Mas valores em torno de 45 ou 46 reais já permitem uma margem de lucro. Não é a necessária, mas pelo menos deixa uma margem de lucro para que o produtor possa pelo menos se manter – avalia o diretor administrativo e financeiro da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Nelson Piccoli em declaração à Agência Efe.

De acordo com Piccoli, a queda no valor do grão está associada “mais por especulação de probabilidade de supersafra no mundo inteiro” do que por conta de um cenário real de alta.

– A gente acha que os preços sejam menores, mas não tanto quanto estão dizendo. A China continua demandando bastante compra, o mundo continua aumentando o consumo, os estoques internacionais estão baixos – avalia Piccoli.

Em relatório divulgado esta semana, o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) ressaltou os baixíssimos resultados da soja, com uma produção de apenas 9,3% na média do Estado, o que reverteu os ritmo satisfatório das últimas semanas para um atraso anual de cerca de 18%.

O relatório, que inclusive fala em ressemeadura em grande parte do Estado, ressalta ainda uma possível melhora nos resultados do setor com um possível melhora nos índices pluviométricos na última semana de outubro, “quando na média histórica a semeadura deveria atingir mais de 50% da produção”.

Para Nelson Piccoli, os dados indicam uma necessidade de cautela do produtor, mas não é caso para pânico, já que “pelo menos 50% da safra o produtor tem condições de segurar para vender numa hora oportuna” e os preços em MT devem se estabilizar por volta dos 45 reais.

– O preço hoje, no mercado interno, está na faixa dos 52 reais. Trata-se de um valor 30% acima do ofertado para as safras futuras. Isso é um sinalizador de que o mercado interno poderá absorver um valor um pouco maior porque ele tem necessidade de esmagar soja – indica o diretor financeiro da Famato.

Segundo ele, o produtor brasileiro deve ter cautela na hora de comercializar e tentar segurar a produção para uma hora oportuna, tal como deve ocorrer entre os produtores dos Estados Unidos.

– O produtor americano está numa condição melhor de tal forma que ele pode reter a venda, porque o nível de endividamento dele é menor que o do brasileiro. Já aqui no Brasil a gente acredita que o produtor deva comercializar quando ele achar que o preço o satisfaz – completa Piccoli.

 

Fonte: AGÊNCIA EFE

Oferta curta segura mercado do boi gordo

O cenário de oferta curta de boiadas, com dificuldade de escoamento da produção, é generalizado e tem segurado o mercado do boi gordo. Em São Paulo, as escalas de abate atendem entre quatro e cinco dias, na maioria dos casos. Programações maiores ocorrem na presença de parcerias de frigoríficos com confinamentos.

O preço de referência está em R$129 por arroba, à vista, com tentativas de valores menores. Com uma margem de comercialização pressionada, as indústrias tentam reduzir os preços da matéria-prima. No Rio Grande do Sul, a disponibilidade de animais pressionou as cotações da vaca gorda, que teve recuo em ambas as praças.

No mercado atacadista, as vendas seguem fracas, mas os preços da matéria-prima forçam o cenário de estabilidade.

Fonte: SCOT CONSULTORIA